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“VINGADORES 2 – A ERA DE ULTRON” INAUGURA FILMES DA MARVEL COM CENÁRIOS MAIS SOMBRIOS, ROTEIRO BEM AMARRADO, SEM ESQUECER A DIVERSÃO.

“VINGADORES 2 – A ERA DE ULTRON” INAUGURA FILMES DA MARVEL COM CENÁRIOS MAIS SOMBRIOS, ROTEIRO BEM AMARRADO, SEM ESQUECER A DIVERSÃO.
maio 01
15:43 2015

                       Por Daniel Junior

   Hoje as adaptações dos heróis dos quadrinhos para telona são responsáveis pelos maiores faturamentos do cinema. Cansados de apostar em roteiros que ganham positivas críticas e arrecadam pouco mediante o investimento, empresas como a DISNEY – detentora dos direitos da MARVEL- e WARNER, numa parceria “ad eternaum” com animações/filmes da DC COMICS, produzem uma enxurrada de filmes, todos voltados para os nerds e fãs dos homens de capa, escudo, máscara, identidade secreta e o que mais tiver de afinidade com este mundo ainda encantador para crianças, jovens e adultos.

    Com  expertise de quem não está para brincar no mundo competitivo do cinema de cultura pop, a Marvel com “VINGADORES 2 – A ERA DE ULTRON” consegue ser um manual de como se fazer um filme “descartável” ser uma aula de cinema para uma grande audiência. Explico o “descartável”. Dificilmente você sairá do cinema pensando nos conflitos do homem no século XXI (embora esta película tenha associações realísticas com o dia de hoje), mas o novo filme dirigido por JOSS WHEDON (também responsável pelo primeiro filme) conseguiu sintetizar nas suas mais de 2 horas de exibição, diversão com reflexões interessantes para fase de desenvolvimento dos seus heróis e obviamente, seus próprios dilemas.

    Se a gente tivesse que resumir “Vingadores 2 – A Era de Ultron” em pouquíssimas palavras, diríamos que o filme é a síntese da criação do “diabinho” do TONY STARK/HOMEM DE FERRO em forma de ameaça. Porque se Jarvis (juntamente com Pepper) mantém o milionário arrogante com os pés no chão, ULTRON compõe o lado ruim de Stark em uma manifestação robótica, que vive repetindo as falas do seu “mestre”, utilizando-se da filosofia e da religião para justificar seus métodos e assombrando seu público pela falta de limites para alcançar seus objetivos. Pronto.

    Acontece que a moldura deste quadro ganhou contornos para lá de interessantes. Um affair inesperado, novos personagens com características e origens misteriosas, uma maior sinergia entre o supergrupo… Fora os aspectos técnicos que estão muito além da “Batalha de Nova Iorque”, o ponto alto do primeiro filme; “Vingadores 2 – A Era de Ultron” é um filme de super-heróis com produção de gente grande, que se utiliza dos efeitos especiais como complemento de um enredo bem contado, que tem diálogos curtos, mas que não são desperdiçados durante o desenvolvimento do enredo. Um primor de equilíbrio e diversão, sem a banalização de qualquer ingrediente, que normalmente neste estilo de produção se dá com bastante exagero.

    Como parte de um cânone que está muito longe de acabar (o próximo filme dos Vingadores está previsto para 2019), pois até 2020 teremos outros filmes dos heróis da Marvel, incluindo um novo filme do THOR, mais um dos GUARDIÕES DA GALÁXIA, sem contar a incógnita do HOMEM-FORMIGA (vivido pelo ator Paul Rudd) e outros heróis/heroínas que serão apresentados ao grande público pela primeira vez no cinema, a saga dos Vingadores parece ser parte de uma agenda cinematográfica que vem para desbancar franquias tão poderosas como HARRY POTTER e ideias sui generis como VELOZES E FURIOSOS, como os filmes que não terminam. Ainda bem.

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