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Caso Elisa Samudio: Macarrão ganha recurso e vai trabalhar em igreja em Minas Gerais

Caso Elisa Samudio: Macarrão ganha recurso e vai trabalhar em igreja em Minas Gerais
setembro 08
13:43 2016

O caso da morte da modelo Elisa Samudio, já causou muitas polêmicas. Após a condenação os réus cumprem suas penas, mas as polêmicas não terminam. No mês de Julho o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), concedeu o direito ao amigo do goleiro Bruno, Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão,  de trabalhar fora do presídio, na ocasião ele estava liberado para atuar em horário comercial na manutenção, limpeza e capina da área externa da unidade prisional onde cumpre pena.

O advogado de Macarrão, Wasley César de Vasconcelos recorreu da decisão. Através de um agravo de execução a defesa irá solicitou à Justiça que o preso trabalhe em uma empresa particular da escolha dele. “O juiz determinou que ele trabalhe na manutenção do presídio porém queremos que ele trabalhe em empresa particular pois através disso terá mais direitos trabalhistas. Atualmente ele trabalha oito horas semanais e além da remissão da pena ganha menos de um salário mínimo”, explicou.

O pedido do advogado de Macarrão foi atendido, o detendo que cumpri o regime semiaberto agora poderá trabalhar como zelador de uma igreja evangélica.  A autorização foi dada pela Vara de Execuções Criminais de Pará de Minas (MG) no dia 01 de Setembro, e Macarrão começou a trabalhar com carteira assinada ganhando R$ 880 e benefícios, segundo informações do portal de notícias G1.

A decisão foi publicada, no dia 31 de agosto, assinada pelo juiz Pedro Câmara Raposo Lopes que determinou que Macarrão cumpre os requisitos necessários para o benefício. A autorização permite que o condenado trabalhe das 7h às 17h nos dias de semana e das 7h às 12h aos sábados e volte para o Presídio Pio Canedo todos os dias para cumprir o regime da pena.

O trabalho na igreja surgiu para evitar que ele trabalhasse como representante de uma fábrica de vassouras, trabalho que os advogados de Macarrão consideraram passível de trazer problemas por não ser um serviço com local fixo.

“Achamos que isso seria muito inconveniente, porque sendo ele quem é e tendo a fama que ele tem, logo apareceria alguém dizendo que o Luiz Henrique estaria descumprindo a determinação judicial de alguma forma. Por isso, resolvemos esperar um pouco, até que encontrássemos uma oferta de emprego em um local fixo. Surgiu, então, a oferta de trabalho na igreja”, explicou o advogado Wasley César de Vasconcelos.

Enquanto estiver exercendo a atividade, caberá às forças de segurança pública (como as polícias Militar e Civil) fiscalizar Macarrão. “Acredito que o juiz já tenha determinado o envio de policiais para acompanhar o Macarrão. Mas, enquanto ele estiver dentro do local de trabalho, terá sossego para trabalhar”, disse o advoga

Fonte: G1

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